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	<title>ESG &#8211; Átomo Capital Partners</title>
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	<title>ESG &#8211; Átomo Capital Partners</title>
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		<title>Átomo Capital Partners muda de escritórios e com uma vista soberba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Neuza Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 10:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Átomo Capital Partners mudou as suas instalações em Lisboa para o Edifício ARCIS na Rua Ivone Silva, perto da conhecida Estação de Entrecampos. Este novo local de trabalho concretiza uma vontade de melhoria significativa da qualidade do espaço de trabalho proporcionado aos seus colaboradores. &#160; De acordo com Miguel Subtil, Managing Director da Átomo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1856" aria-describedby="caption-attachment-1856" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-1856 size-thumbnail" src="https://atomocapitalpartners.com/wp-content/uploads/2023/07/Miguel-Subtil-corte-para-site-150x150.jpg" alt="Miguel Subtil" width="150" height="150" title="Átomo Capital Partners muda de escritórios e com uma vista soberba 1"><figcaption id="caption-attachment-1856" class="wp-caption-text">Miguel Subtil, Managing Director</figcaption></figure>
<p>A<strong> Átomo Capital Partners mudou as suas instalações</strong> em Lisboa para o <strong>Edifício ARCIS na Rua Ivone Silva</strong>, perto da conhecida Estação de Entrecampos. Este novo local de trabalho concretiza uma vontade de melhoria significativa da qualidade do espaço de trabalho proporcionado aos seus colaboradores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com <strong>Miguel Subtil</strong>, <em>Managing Director</em> da Átomo Capital Partners, “Esta mudança era essencial para acompanhar o crescimento do negócio e consequentemente da equipa que neste último ano quase duplicou. Estamos muito satisfeitos com este novo espaço de trabalho, e ainda mais pelas razões que nos levam a esta mudança. Que seja sempre assim, e agora ainda mais preparados para recebermos os nossos clientes que poderão disfrutar connosco de uma vista de quase 360º sobre Lisboa”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Edifício ARCIS goza de uma localização privilegiada entre o Campo Pequeno e Entrecampos, com muitos pontos de acesso a vários transportes públicos – Comboio, Metro e Autocarro –oferta de bicicletas e trotinetes elétricas e acesso às principais avenidas da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para além das acessibilidades, a oferta de serviços (ginásios, lavandarias, supermercados, farmácias, centros comerciais, etc.) e restauração também é bastante rica e diversificada, permitindo assim que o tão afamado “worklife-balance” seja mais facilmente alcançado.</p>
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		<title>“A transição energética tem custos, mas está associada a enormes oportunidades”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Neuza Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 11:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[A Átomo Capital Partners tornou-se num player de relevo no setor da energia renovável e da sustentabilidade. Nasceu com a ambição de contribuir para a descarbonização da economia e é hoje uma empresa constituída por uma equipa multidisciplinar que auxilia em todo o processo de desenvolvimento até à fase ready to build. Miguel Subtil, managing director da ÁTOMO Capital Partners, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong>A Átomo Capital Partners tornou-se num <em>player</em> de relevo no setor da energia renovável e da sustentabilidade. Nasceu com a ambição de contribuir para a descarbonização da economia e é hoje uma empresa constituída por uma equipa multidisciplinar que auxilia em todo o processo de desenvolvimento até à fase <em>ready to build</em>.</strong></h5>
<p>Miguel Subtil, <em>managing director</em> da ÁTOMO Capital Partners, em entrevista à PME Magazine, conta quais os projetos que a empresa tem implementado e de que modo estes podem ajudar as PME em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PME Magazine (PME Mag.) –</strong> <strong>Com que objetivo foi criada a ÁTOMO Capital Partners?</strong></p>
<p>Miguel Subtil (M.S.) – Foi criada com o objetivo de ser parte ativa no processo de transição energética e do desenvolvimento sustentável. As empresas têm de ter um propósito, um desígnio. Acreditamos que não tem de haver um <em>trade-off</em> entre ter um impacto positivo na sociedade <em>versus</em> retorno financeiro. O maior desafio que temos enquanto comunidade global é perceber como conseguiremos continuar a melhorar as nossas condições de vida, num planeta com recursos finitos, uma população global em crescimento acelerado e em emergência climática. Estava encontrado o nosso propósito, a nossa missão, que materializamos em quatro áreas de negócio – <em>Utility Scale</em> (Grandes projetos de produção de energia), <em>Energy as a Service</em> (dedicado ao autoconsumo e comunidades de energia), <em>Electric Mobility</em> e <em>Real Estate Sustainability</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PME Mag. –</strong> <strong>Quais os projetos que têm implementado e que investimentos têm feito relativamente ao setor da energia renovável e da sustentabilidade?</strong></p>
<p>M.S. – Os grandes projetos de produção de energia renovável de grande escala (<em>Utility Scale</em>), que desenvolvemos com investidores e produtores independentes de energia (IPP) são os mais representativos pela sua dimensão. Esta área continua a ser, por enquanto, a que tem maior peso no nosso volume de negócios, desde logo, porque foi a que iniciamos primeiro, antes dos primeiros leilões solares de 2019, e a que teve nos anos subsequentes enorme desenvolvimento. Atuamos como <em>developers</em> destes grandes projetos (solares, eólicos, híbridos e hidrogénio), integrando todos os serviços necessários até à fase <em>ready to build</em> (RtB), lidando e negociando com todas as entidades necessárias e obtendo todas as licenças.</p>
<p>Por outro lado, este mercado está atualmente numa fase em que as oportunidades de acesso à rede elétrica são mais escassas, potenciando operações de M&amp;A. Temos também sido muito procurados para apoiar nestes processos, nomeadamente com a realização de DD Técnicas, Ambientais e de Licenciamento. Para além destes, apostamos muito na área de autoconsumo e comunidades de energia. É fundamental que a produção descentralizada de eletricidade seja massificada, mesmo sem o investimento por parte dos clientes que pode ficar a nosso cargo. Utilizar ao máximo o potencial solar junto dos locais de consumo, com valores de tarifa muito competitivo e com ganhos muito significativos para os nossos clientes contribui para a eletrificação da economia, mas também para o aumento da competitividade das empresas portuguesas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PME Mag. –</strong> <strong>Porquê apostar também na mobilidade elétrica e em novas tecnologias?</strong></p>
<p>M.S. – Na área de mobilidade elétrica estamos a lançar a operação. Somos operadores de Posto de Carregamento (OPC) e estamos numa fase em que assistimos a um fenómeno acelerado de adoção de veículos elétricos por parte da população. As estimativas variam, mas prevê-se que em média, em Portugal, cerca de 30-40% dos novos veículos registados em 2030 sejam elétricos. Isto é uma enorme revolução. Mudamos completamente a forma como utilizamos os nossos veículos e como os dotamos de energia para circular, mudamos os nossos hábitos e temos de adaptar a infraestrutura para fazer face a esta nova realidade. Muitos postos de carregamento terão de ser instalados para fazer face a este crescimento de veículos elétricos e o carregamento público terá um papel fundamental, já que com a massificação prevista nem todos terão a possibilidade de carregar o VE em casa ou no escritório.</p>
<p>Estamos neste momento a negociar com investidores para escalarmos rapidamente o negócio e, por outro lado, com proprietários, investidores imobiliários, promotores e entidades públicas no sentido de obtermos um <em>pipe-line</em> de localizações que potencie o crescimento que projetamos. Estamos ainda muito atentos a novas tecnologias na área de <em>storage</em>. Conseguir armazenar de forma eficiente é fundamental para a estabilidade do sistema elétrico e existem muitas tecnologias em fase de teste que nos interessa aprofundar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PME Mag. –</strong> <strong>De que modo a ÁTOMO Capital Partners apoia as PME em Portugal?</strong></p>
<p>M.S. – Este é um ponto crucial da nossa estratégia, central naquele que é o nosso propósito de contribuir para a descarbonização da economia, aumentando a competitividade das empresas. Os custos com a energia e a adaptação a um novo paradigma energético é essencial para que as PME encarem de forma mais competitiva os desafios do futuro. Atualmente, a produção de energia com recurso a tecnologia solar, por exemplo, é a forma mais barata de se obter a eletricidade necessária para a operação das empresas. É uma oportunidade única podermos antecipar uma transição que veio para ficar e começar a reduzir custos o mais cedo possível. Claro que muitas vezes a gestão financeira das empresas está direcionada para a sua atividade <em>core</em>, havendo pouca disponibilidade para investir em soluções renováveis, mesmo que com retorno financeiro. Nestes casos, o investimento pode ficar também por nossa conta, usufruindo as empresas do benefício, sem custos de investimento.</p>
<p>O que fazemos é conceber a solução de acordo com as necessidades das empresas, implementando, construindo e operando as centrais sem qualquer custo de investimento para os nossos clientes, que terão o benefício de redução dos custos com energia, contribuindo também eles para a descarbonização da economia. Por outro lado, é ainda possível conceber comunidades de energia com o alargamento destes benefícios a outras empresas e entidades próximas, otimizando o dimensionamento destes sistemas. A Átomo posiciona-se como um parceiro fundamental para o aumento da competitividade das PME sem que estas tenham de procurar apoios ou subsídios que sempre tardam, atrasando as decisões, com evidentes custos de oportunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PME Mag. –</strong> <strong>Qual o balanço dos três anos de atividade da empresa?</strong></p>
<p>M.S. – Fazemos um balanço muito positivo. Desenvolvemos mais de 900MW de projetos, o que corresponderá a cerca de 600 milhões de euros de investimento associado. É claro que o DNA ambicioso e desinstalado da empresa nunca permite que estejamos satisfeitos, nem mesmo quando se supera largamente os objetivos. Tem corrido muito bem e o posicionamento da empresa tem-se revelado adequado ao momento de transição climática que vivemos. A incerteza gera sempre oportunidades, mas o importante é deter o conhecimento necessário para as conseguir aproveitar e fazer com que os nossos clientes e parceiros ganhem com isso. Estamos em tempo de transição e muitos paradigmas estão a mudar, o que gera riscos que muitos não consideraram e outros não esperavam ter de incorporar. Parece-nos, neste contexto, que o imobilismo é bem mais arriscado do que estruturar de forma adequada esta mudança. A transição energética e climática tem custos, claro, mas que estão associados a enormes oportunidades. Nesse sentido, queremos sempre mais e procuraremos aproveitá-las bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PME Mag. –</strong> <strong>A internacionalização passa pelas perspetivas de futuro da ÁTOMO?</strong></p>
<p>M.S. – Sim, claramente! Este é um momento de transição global, com desafios e oportunidades idênticas em todos os países. Acompanhamos de perto, quer o desenvolvimento tecnológico, quer as mudanças regulatórias globais, o que, com a experiência e capacidade que temos, nos coloca em excelente posição neste setor em diversas geografias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Entrevista a <strong>Miguel Subtil</strong>, publicada na <a href="https://pmemagazine.sapo.pt/a-transicao-energetica-tem-custos-mas-esta-associada-a-enormes-oportunidades-miguel-subtil/" target="_blank" rel="noopener">PME Magazine</a> no dia 19 de Setembro 2023</em></p>
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		<title>Torres de Lisboa com certificado BREEAM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Neuza Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 09:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Este complexo de escritórios gerido pela South tem agora o selo “BREEAM International In-Use: Commercial Version 6”. As torres G e E do centro empresarial Torres de Lisboa, gerido pela South, receberam recentemente a certificação “BREEAM International In-Use: Commercial Version 6”, concedida pela Building Research Establishment (BRE). O BREEAM In-Use atesta o nível de desempenho dos edifícios em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="post-teaser lead">Este complexo de escritórios gerido pela South tem agora o selo “BREEAM International In-Use: Commercial Version 6”.</h5>
<p data-block-key="1aghg">As torres G e E do centro empresarial <b>Torres de Lisboa</b>, gerido pela <b>South</b>, receberam recentemente a certificação <b>“BREEAM International In-Use: Commercial Version 6”</b>, concedida pela Building Research Establishment (BRE).</p>
<p data-block-key="a33up">O BREEAM In-Use atesta o nível de desempenho dos edifícios em termos da sua sustentabilidade em operação, e resulta de uma série de medidas identificadas com o apoio da Átomo Capital Partners, especialista no setor da energia renovável e sustentabilidade.</p>
<p data-block-key="di8a">Em comunicado, a Átomo refere que «<i>o compromisso do proprietário representado pela South com as boas práticas de desempenho operacional das Torres G e E está refletido nas diversas melhorias implementadas nesses ativos, valorizadas no âmbito da certificação BREEAM».</i> Salienta medidas como a <b>otimização da eficiência hídrica dos equipamentos instalados, a modernização das unidades de tratamento de ar, a substituição das caldeiras de aquecimento e a conversão integral da iluminação para tecnologia LED.</b></p>
<p data-block-key="7crk7">Para a <strong>Átomo</strong>,<i> «o nível de desempenho BREEAM Very Good é muito meritório, especialmente considerando a idade e o uso intensivo dos ativos. A certificação obtida posiciona as Torres G e E na linha da frente dos espaços de escritórios da capital, tornando-os elegíveis para albergar empresas com requisitos elevados de sustentabilidade corporativa».</i></p>
<p data-block-key="7eg74">Por seu turno, <strong>Miguel Subtil</strong>, <em>Managing Director</em> da Átomo Capital Partners, reforça que «<i>a nossa equipa conta com técnicos acreditados para certificar qualquer variante dos frameworks LEED /BREEAM e WELL, o que nos permite aconselhar e sugerir aos nossos clientes as estratégias de certificação a adotar que melhor se coadunam com os seus interesses. O nosso acompanhamento é individual e altamente personalizado, de forma a concretizarmos a melhor resposta possível para cada caso concreto».</i></p>
<p data-block-key="6e4b0">O responsável considera que <i>«pela urgência de mudança e preocupação ambiental crescente, faz todo o sentido aplicar referenciais de sustentabilidade, que promovam uma gestão e operação mais eficiente dos ativos, trazendo igualmente benefícios para os proprietários ao favorecerem a sua performance a nível de eficiência e redução de custos operacionais».</i></p>
<p data-block-key="4662e">Comentando esta parceria, a South refere que<i> «com a assessoria e acompanhamento da Átomo Capital Partners obteve para os seus ativos do complexo Torres de Lisboa – Torre G e E a classificação de very good da certificação BREEAM In -Use International Commercial.</i> <i>O BREEAM vai permitir à Southcap valorizar a sua carteira de ativos e torná-los mais competitivos de acordo com as melhores práticas de construção e operação de edifício sustentáveis.</i> <i>Esta parceria entre a Átomo e a South resulta num modelo nesta área em constante evolução e traduz a preocupação crescente da South em assegurar uma gestão sustentável com a criação de ambientes mais saudáveis».</i></p>
<p data-block-key="4662e"><em>Artigo publicado na <a href="https://vidaimobiliaria.com/noticias/escritorios/torres-lisboa-com-certificado-breeam/" target="_blank" rel="noopener">Vida Imobiliária</a> no dia 3 de Agosto 2023</em></p>
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		<title>Empresas com propósito. Será que nos está a escapar alguma coisa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Neuza Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 16:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Inicialmente, o foco estava apenas no investimento socialmente responsável, que visava evitar práticas “censuráveis” que exploravam recursos humanos ou naturais de forma inaceitável para obter lucro. Essa abordagem de exclusão tornou-se, aliás, uma das estratégias mais usadas ao longo dos anos, trazendo vários benefícios para investidores e credores. No entanto, hoje, bem mais do que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1856" aria-describedby="caption-attachment-1856" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-1856 size-thumbnail" src="https://atomocapitalpartners.com/wp-content/uploads/2023/07/Miguel-Subtil-corte-para-site-150x150.jpg" alt="Miguel Subtil" width="150" height="150" title="Empresas com propósito. Será que nos está a escapar alguma coisa? 2"><figcaption id="caption-attachment-1856" class="wp-caption-text">Miguel Subtil, Managing Director</figcaption></figure>
<p>Inicialmente, o foco estava apenas no investimento socialmente responsável, que visava evitar práticas “censuráveis” que exploravam recursos humanos ou naturais de forma inaceitável para obter lucro. Essa abordagem de exclusão tornou-se, aliás, uma das estratégias mais usadas ao longo dos anos, trazendo vários benefícios para investidores e credores.</p>
<p>No entanto, hoje, bem mais do que ter uma política de exclusão, <strong>é exigido que os negócios tenham um propósito, têm de agir pela positiva, influenciar a mudança, ter impacto positivo.</strong></p>
<p>E parece ser um facto que <strong>as empresas com um propósito têm mais probabilidade de sucesso no mundo moderno</strong>. Isto porque para <strong>além de serem financeiramente viáveis, tais negócios também podem ser socialmente relevantes e por longos períodos de tempo, criando laços fortes de empatia e reconhecimento com todos os <em>stakeholders</em> e não apenas com acionistas, o que influencia positivamente o resultado da empresa por muito tempo.</strong> Propósito e lucro não são, assim, variáveis mutuamente exclusivas, são hoje complementares ao ponto de poderem não existir um sem o outro.</p>
<p>De acordo com diversos estudos recentes, <strong>uma marca que tem um propósito forte aumenta 3 a 4 vezes a possibilidade de conquistar a confiança dos clientes promovendo a sua fidelização</strong> [1]. De acordo com um inquérito da <em>Forrester [2]</em>, por exemplo, mais de 31% dos inquiridos afirmam que <strong>a reputação de social de uma empresa influencia o seu comportamento de compra</strong>. Mas não é tudo: empresas com propósito forte superam a média do mercado em 5% a 7% ao ano, crescem mais rápido e têm mais lucros, segundo um outro estudo realizado pela Harvard Business Review.</p>
<p>Será? Mas como? Porquê?</p>
<p>De acordo com George Serafeim [3] o propósito, de facto, importa. Mas só importa se for bem implementado, com uma orientação <em>top-down</em>, clara, concisa e de forma a que a gestão intermédia da empresa se sinta totalmente integrada.</p>
<p>No seu mais recente livro “Purpose + Profit”, Serafeim detalha alguns destes conceitos que o levam também a afirmar que propósito e resultados são interdependentes. <strong>Empresas orientadas por propósitos, </strong>diz<strong>, têm melhores resultados</strong> – em parte porque <strong>existem maneiras incríveis de usar fatores de sustentabilidade como impulsionadores de negócio</strong>, motivando mais inovação, informando decisões sobre produtos e serviços e também, muitas vezes, porque empresas que se preocupam com essas questões inspiram funcionários que se importam e que assim estão dispostos a dedicar-se e trabalhar mais. <strong>As recompensas para os indivíduos são muito maiores quando eles se sentem orgulhosos do contributo que prestam no seu dia a dia para um propósito em que acreditam.</strong></p>
<p>Na verdade, parece estar a formar-se a ideia de que <strong>uma liderança corporativa com fundamentos de sustentabilidade não é apenas uma nova moda de gestão, mas a única maneira de conseguir gerir um negócio bem-sucedido no longo prazo</strong> [4]. <strong>A Sustentabilidade Corporativa possibilita enormes oportunidades e é assim que deve ser encarada – </strong>reduz o risco, aumenta o valor da marca, aumenta a atração e a retenção de talentos e fornece uma nova lente, uma nova forma de ver o mundo, promovendo inovação que atende às novas necessidades e exigências dos clientes<strong>.</strong> De acordo com o BCSD, haverá pelo menos USD12 triliões de oportunidades disponíveis para empresas que cumpram o ODS da ONU até 2030, e as melhores evidências sugerem que <strong>um forte desempenho de sustentabilidade corporativa gera melhores retornos financeiros no longo prazo</strong> [5].</p>
<p>Esta ideia de uma nova liderança corporativa com foco também em questões ESG é corroborada por um inquérito realizado a CEOs da Fortune 500 onde <strong>apenas 7% dos inquiridos acredita que as suas empresas se devem “focar principalmente em obter lucros e não se distrair com objetivos sociais”</strong> [6].</p>
<p>Um líder, estes líderes, ao pressionarem as suas empresas a definir e viver seu propósito de forma consistente, estão a desafiar o <em>status quo</em> de tal modo que pode ser perturbador e arriscado para os colaboradores e até para os próprios.</p>
<p>Defender essa mudança requer coragem e saber liderar com empatia – o que, de acordo com um estudo da McKinsey [7], significa desenvolver uma ampla visão de futuro que se estenda além do problema imediato, <strong>inspirando e construindo confiança com os outros, encontrando um terreno comum e liderando pelo exemplo</strong>. Estes novos dados sugerem que uma redefinição das normas de liderança pode ser importante à medida que o líder se esforça para definir e viver o propósito da sua organização, que deve ser e demonstrar-se coerente e adequado ao estilo e às ações do próprio líder, da sua equipa de gestão e restantes colaboradores.</p>
<p>Da mesma opinião é Paul Polman, ex CEO da Unilever, ao afirmar que<strong> “a principal razão para qualquer empresa existir é satisfazer as necessidades dos clientes e tornar as suas vidas melhores”</strong>[8]. Estando evidentemente desalinhado com a perspetiva de Milton Friedman segundo a qual a único foco de um líder deveria ser o lucro, será importante salientar que muitos dos pressupostos considerados por Friedman mudaram muito nas últimas décadas.  E é bem possível que agora, para conseguir remunerar adequadamente os acionistas, como pretendia, tenhamos de encarar como sérias muitas questões, como o propósito da companhia, outrora consideradas meras distrações.</p>
<p>Não será um caminho fácil, almejar o sucesso de longo prazo, mais sustentável e menos volátil, sobretudo com a exigência voraz de resultados a curto prazo, se possível trimestrais.</p>
<p>Paul Polman, citando Peter Drucker relembra-nos, no entanto, que <strong>“o lucro para uma empresa é como o oxigénio para uma pessoa. Se não se tem o suficiente, está-se fora de jogo. Mas se pensarmos que o propósito da nossa vida é respirar, está a escapar-nos alguma coisa”.</strong></p>
<p>Será que nos está a escapar alguma coisa?</p>
<p>[1] Forbes, 2023</p>
<p>[2] Empresa norte-americana de pesquisa de mercado</p>
<p>[3] George Serafeim – Professor of Business Administration at Harvard Business School, onde lidera o Climate and Sustainability Impact AI Lab.</p>
<p>[4] “All in: the future of business leadership”, David Grayson et al, 2018</p>
<p>[5] “The Impact of Corporate Sustainability on Organizational Processes and Performance”, Harvard Business School, Robert G. Eccles, Ioannis Ioannou, and George Serafeim, 2016</p>
<p>[6] Fortune, May 2019</p>
<p>[7] Answering society’s call: A new leadership imperative, 2019</p>
<p>[8] “Net Positive: How courageous companies thrive by giving more than they take”, Paul Polman et al., 2021</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Artigo de Opinião de <strong>Miguel Subtil</strong>, Managing Director da Átomo Capital Partners, publicado no <a href="https://executivedigest.sapo.pt/opiniao/empresas-com-proposito-sera-que-nos-esta-a-escapar-alguma-coisa/" target="_blank" rel="noopener">Executive Digest</a> no dia 27 de Julho 2023.</em></p>
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		<title>Jornada FM Sustentabilidade 2023 &#8211; “Performance dos Edifícios e Green Procurement: Experiências e Resultados”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Neuza Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 13:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[A sustentabilidade tem sido um tema em discussão e de grande relevância junto das grandes empresas. Estando o meio ambiente no centro de todas as preocupações, pretende-se que as empresas invistam e integrem a sustentabilidade ambiental nos seus edifícios e nos serviços que realizam, visto que os mesmos contribuem com 39% da emissão global de [&#8230;]]]></description>
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							<p>A sustentabilidade tem sido um tema em discussão e de grande relevância junto das grandes empresas. Estando o meio ambiente no centro de todas as preocupações,<strong> pretende-se que as empresas invistam e integrem a sustentabilidade ambiental nos seus edifícios e nos serviços que realizam, visto que os mesmos contribuem com 39% da emissão global de CO2</strong>.</p><p> </p><p>As alterações climáticas são uma das grandes consequências da falta de planeamento a nível ambiental das empresas. Ao promover uma “campanha” de Green Procurement de materiais, produtos e serviços, há que assentar nos critérios da sustentabilidade ESG (Environment, Social and Governance), dando prioridade ao critério Ambiental que tem por base a <strong>minimização da pegada de carbono através da energia, materiais de construção, mobiliário, produtos alimentares, entre outros</strong>.</p><p> </p><p>Com a finalidade de discutir estas problemáticas, a <strong>Associação Portuguesa de Facility Management (APFM)</strong> apostou numa nova Jornada FM Sustentabilidade, das 16 já realizadas, debruçando-se sobre o tópico: “Performance dos Edifícios e Green Procurement: Experiências e Resultados”. Os Cinemas NOS no Centro Comercial Colombo abraçam esta conferência, na manhã da próxima quarta-feira, dia 28 de junho.</p><p> </p><h5><strong>Presença da Átomo Capital Partners</strong></h5><p>Este evento irá contar com a participação e presença de diversos oradores, os quais divulgarão algumas informações sobre as certificações necessárias aos novos projetos imobiliários, tendo em vista a execução de uma melhor eficiência energética, economia de custos e ambientes internos mais saudáveis. Entre eles, estará <strong>Miguel Subtil, Managing Director da Átomo Capital Partners</strong>, o qual debruçar-se-á sobre o tema “<strong>As Certificações no contexto de Sustainable Finance”</strong>. Estará presente no <strong><u>primeiro painel de oradores da conferência, dedicado aos Padrões de Desempenho de Edifícios</u></strong>. O segundo painel irá destacar a importância da sustentabilidade, não no sentido da redução dos custos, mas em relação à melhoria e reputação das organizações.</p><p> </p><p>A Átomo Capital Partners marca presença ao estar diretamente envolvida com o mercado imobiliário, uma vez que <strong>é urgente analisar e refletir o impacto que os edifícios têm a nível global</strong>. O setor imobiliário tem um impacto direto e indireto no ambiente, consumindo energia, água e matérias-primas.</p><p><strong>A missão da Átomo é repensar a energia e a sustentabilidade, procurando responder e desenvolver soluções conforme as necessidades de cada cliente, contribuindo para a redução de energia e combatendo, desta forma, as alterações climáticas</strong>. Consequentemente, as certificações de sustentabilidade são pertinentes para a missão da Átomo, dado que contribuem para controlar o impacto dos edifícios sobre o ambiente, mas também para criar ambientes mais saudáveis para os seus ocupantes. Existem várias, sendo as mais conhecidas do mercado a BREEM, a LEED e a WELL.</p><p> </p><p>A APFM ao apostar neste evento sobre a sustentabilidade, conclui que <strong>é fundamental tornar os edifícios e os serviços sustentáveis</strong>, com o objetivo de <strong>“melhorar a qualidade de vida das pessoas e a produtividade do negócio principal”</strong>.</p><p> </p><p>Para saber mais sobre este evento faça o download da brochura do evento.</p><p> </p><p>20 de junho 2023</p>						</div>
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						<span class="elementor-button-text">Download Brochura</span>
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		<title>Átomo Capital Partners: 3 anos a repensar a energia</title>
		<link>https://atomocapitalpartners.com/atomo-capital-partners-3-anos-a-repensar-energia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ines]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 13:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Átomo Capital Partners existe há três anos. Quem são os fundadores e acionistas da empresa e o que esteve na base da sua criação? A Átomo Capital Partners tem sócios portugueses, tendo o Pedro Rutkowski como seu sócio fundador que, como é sabido, tem interesses e investimentos em diferentes áreas como imobiliário, capital de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A Átomo Capital Partners existe há três anos. Quem são os fundadores e acionistas da empresa e o que esteve na base da sua criação?</h2>
<p>A Átomo Capital Partners tem sócios portugueses, tendo o Pedro Rutkowski como seu sócio fundador que, como é sabido, tem interesses e investimentos em diferentes áreas como imobiliário, capital de risco, turismo, entre outras, e sempre com foco em soluções inovadoras, procurando antecipar as necessidades de mercado. O Pedro convidou-me para começarmos a pensar neste projeto em 2018. Tínhamos perfeita consciência da importância dos temas da energia e sustentabilidade e o seu impacto transversal em todos os sectores da economia. Estava claro para nós que o facto de estarmos a ultrapassar os limites de recursos do planeta em conjugação com o estado de emergência climática, era um problema que teria de ser resolvido com base no sistema financeiro, com investimento direcionado para os projetos certos. Foi assim que começámos, não como mais um gabinete de engenharia, mas como uma empresa que, compreendendo as novas circunstâncias de mercado, conseguisse olhar de forma holística para encontrar soluções para o futuro, aliando desenvolvimento sustentável a retorno financeiro – não tendo de haver um <em>trade-off</em>. Esta será a única forma de conseguirmos, enquanto sociedade, ultrapassar o desafio da descarbonização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que é exatamente o serviço de <a href="https://atomocapitalpartners.com/utility-scale/" target="_blank" rel="noopener"><em>utility scale</em></a>, que representa 70% do volume de negócios da Átomo Capital Partners?</h2>
<p>Foi precisamente por aí que começámos. Antes dos primeiros leilões solares de 2019, percebemos que faltava no mercado uma entidade que conseguisse dar um apoio completo a investidores e produtores de eletricidade (muitos deles internacionais). Começámos a atuar como <em>project developers</em> para essas entidades que, tendo muita experiência técnica no desenvolvimento deste tipo de projetos pelo mundo fora, precisavam de uma equipa profissionalmente competente, muito exigente, mas com características multidisciplinares que permitissem o desenvolvimento global dos projetos até à fase <em>ready to build</em> (RtB). Essa multidisciplinaridade e flexibilidade permite que consigamos entrar logo no início do projeto com a verificação dos terrenos, simulações de produção de eletricidade, <em>layout</em> das centrais, passando pela elaboração dos projetos elétricos, estudos ambientais e todas as restantes atividades, até aos estudos e projetos de engenharia necessários ao licenciamento junto de todas as entidades. Isto implica, claro, o relacionamento e envolvimento destas entidades como a DGEG, APA, CCDR, REN, Municípios, entre outros.<br />
Fomos merecedores da confiança de alguns dos principais <em>players</em> do sector logo no leilão de 2019, e a partir daí temos vindo a crescer significativamente. Temos hoje mais de 900MW de projetos em diferentes estágios de desenvolvimento. Este sucesso da Átomo Capital Partners tem vindo a suscitar interesse por parte de muitos outros investidores e produtores de energia, que agora nos procuram também para o apoio em operações de <em>M&amp;A</em>, nomeadamente <em>Due Diligences</em> ambientais, técnicas e de licenciamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dentro do <em>utility scale</em>, qual a fonte de energia mais procurada: energia fotovoltaica, CSP, eólica <em>onshore</em> e <em>offshore</em>, hidrogénio?</h2>
<p>Neste tipo de projetos de grande escala o potencial eólico tinha começado a ser desenvolvido anos antes e em 2018/2019 era o solar que estava prestes a desenvolver-se a grande velocidade. Era, e é. Embora a velocidade de implementação não seja propriamente o que se tem vindo a verificar.<br />
Quanto à eólica <em>offshore,</em> esteve recentemente em Audição Pública a proposta para a localização possível de futuros parques e prevê-se para breve um leilão dedicado a este tipo de solução.<br />
O hidrogénio vem, por outro lado, dar resposta às atividades que não se consegue eletrificar. Estaremos a falar de alguns processos industriais ou mobilidade, sobretudo pesada. Tem sido uma grande aposta da EU e do governo português. Temos também participado em alguns projetos de hidrogénio em que acreditamos muito, mas é uma tecnologia que ainda requer algum esforço de <em>R&amp;D</em> e daí estar a ser alvo de apoio, quer da União Europeia quer dos Estados Membros.<br />
Acreditamos que a transição no setor da energia terá de ser multi-tecnológica. Não existe uma solução única para os problemas, mas teremos de recorrer a diferentes tecnologias complementares, incluindo o <em>storage</em> de que não falei, mas que terá um papel fundamental para corrigir a intermitência associada à produção renovável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como tem evoluído a área da mobilidade elétrica? Qual o peso na vossa faturação? Qual o potencial de crescimento nesta área?</h2>
<p>De acordo com a <a href="https://www.acea.auto/" target="_blank" rel="noopener"><em>European Automobile Manufacturers’ Association</em></a> (ACEA), em 2022 cerca de 14% de todos os novos veículos novos registados na Europa eram elétricos (100% elétricos), prevendo-se um crescimento exponencial até 2030, com uma projeção de que nessa data 70% dos novos carros colocados no mercado sejam 100% elétricos.<br />
Na Átomo Capital Partners acreditamos na eletrificação da mobilidade, ainda que possa ser complementada com outras tecnologias para alguns setores. Trata-se de uma tecnologia madura, em fase comercial e que terá grande expansão. Muito há ainda a fazer na generalidade dos países, para fazer face à tal procura de carregamentos para os veículos. Também neste segmento a rede pode ser um problema, assim como os edifícios que não dispõem de capacidade para dar resposta a tanta procura.<br />
Há que ser inovador e procurar soluções, e esses desafios motivam-nos. Temos vindo a desenvolver alguns projetos de carregamento privado e estamos agora a lançar o nosso próprio projeto piloto de carregamento público. O volume de negócios é ainda razoavelmente imaterial, mas temos estado a estudar o setor há cerca de dois anos, temos um <em>business plan</em> estruturado e estamos neste momento a negociar com alguns investidores, conhecedores do setor da mobilidade elétrica na Europa e que pretendem investir em Portugal. Contamos ter novidades para breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>E a área do autoconsumo? Está a crescer?</h2>
<p>Sim, o <a href="https://atomocapitalpartners.com/energy-as-a-service/" target="_blank" rel="noopener">autoconsumo</a> está em franco crescimento e é uma das grandes apostas da Átomo Capital Partners para 2023. Tendo em vista o objetivo de eletrificação da economia, é fundamental que a produção se realize próximo do consumo, evitando os constrangimentos de capacidade de rede e reduzindo os custos. A legislação nacional tem vindo, de resto, a ser alterada nos últimos anos de forma a acomodar também soluções mais flexíveis como o autoconsumo coletivo e as Comunidades de Energia, permitindo soluções mais otimizadas e eficientes. Existem ainda alguns problemas graves nos processos de licenciamento, que terão mesmo de ser resolvidos para que a implementação destes projetos seja tão célere como se pretende.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Para quem estão a desenvolver “a maior central solar de autoconsumo da Europa, com cerca de 45 MWp”? Qual o montante do investimento?</h2>
<p>Essa é uma solução fantástica para um cliente electro-intensivo no setor mineiro. Na verdade, será consumida a totalidade da energia produzida, correspondendo a uma redução significativa dos custos com energia bem como de toneladas de CO2 emitidas, e corresponderá a um investimento na ordem dos 30 M€. É um projeto que está em fase de licenciamento, foi já desenvolvida a solução de <em>layout</em>, tendo em conta as necessidades específicas deste cliente, o espaço disponível e todas as restrições existentes – topográficas, ambientais e legais. Neste momento, foi já dado parecer positivo por parte da autarquia, estando em curso o processo junto das restantes entidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qual a importância da área do imobiliário para o vosso negócio?</h2>
<p>O setor imobiliário é responsável por mais de um terço das emissões globais de CO2 e terá, portanto, de ser parte da solução. Acreditamos que o investimento sustentável fará mesmo a diferença e que a integração das questões ESG nas estratégias de investimento será a única forma de produzir o impacto pretendido para a transição climática, sem perder o foco no retorno financeiro. É claro que há desafios e falhas de mercado &#8211; foco no curto prazo, externalidades negativas não contabilizadas, ou a não contabilização de riscos climáticos futuros. Mas o setor financeiro está a mudar e depressa. Para dar resposta a estas falhas são necessárias medidas que estabeleçam critérios para definir o que é investimento sustentável, criar benchmarks e formas comuns e comparáveis de reporte. Tudo isto está em marcha, nomeadamente no âmbito do <em>EU Action Plan</em>, com o qual se pretende reorientar os fluxos de capital, gerir os riscos financeiros associados às alterações climáticas e outras questões ambientais e sociais, bem como fomentar a transparência e um foco no longo prazo.<br />
É neste contexto que se enquadra a atividade da Átomo Capital Partners, numa abordagem de apoio a investidores, <em>asset managers</em> e promotores, no que aos temas ESG diz respeito, mas de uma forma integrada na sua estratégia global de investimento.<br />
Este é um setor cada vez mais relevante para a Átomo Capital Partners e temos uma equipa altamente qualificada. Os ativos em uso que necessitam urgentemente deste alinhamento representam grande parte das carteiras sob gestão em Portugal. Estamos ainda a tempo de começar a fazer esta transição sem custos inesperados, nomeadamente com o recurso a processos de certificação <em>BREAAM in use</em>, como o que estamos a fazer nas Torres de Lisboa, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Que grandes projetos têm em carteira para este ano, em que áreas, de que clientes, e quanto representam em termos de investimento?</h2>
<p>Estamos com grandes projetos em todas as áreas, sendo que a unidade de <em>Utility Scale</em> é a que ainda representa grande parte do nosso negócio. Aí temos cerca de 900MW de projetos em curso e que representam mais de 600M€ de investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dentro das várias áreas onde atuam na Átomo Capital Partners, em quais estão a apostar mais? Quais podem crescer mais nos próximos anos?</h2>
<p>A área de Utility Scale é uma área madura, mas que será sempre uma aposta, independentemente da tecnologia. Mas, de facto, temos como objetivo crescer aceleradamente este ano, quer na área de autoconsumo quer no setor imobiliário.<br />
Na área de autoconsumo a atividade da Átomo Capital Partners pode ser enquadrada naquilo que se pode chamar <em>Energy as a Service</em>, e o <em>scope</em> de serviços é bastante mais abrangente: não só desenhamos e desenvolvemos as soluções, como as construímos e operamos sem <em>capex</em> para o cliente. Muitas vezes, os clientes não têm interesse em alocar a liquidez disponível em projetos não <em>core</em> como estes. Nestes casos, podemos trazer nós o investimento e estamos em fase de estruturação de um fundo nosso, que permitirá mais flexibilidade e rapidez na disponibilização do capital.<br />
No setor imobiliário, todas as questões relacionadas com o tema de <em>sustainable finance</em> vão impor uma transição rápida, que estamos em condições de apoiar e é também uma grande aposta da Átomo Capital Partners para 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qual é o perfil dos vossos clientes e o que procuram estas empresas ao desenvolverem estes projetos? São grandes empresas, PME, ou um pouco de tudo?</h2>
<p>Bem, têm características diferentes consoante as áreas. Os projetos <em>Utility Scale</em> são desenvolvidos para produtores de energia, bem conhecedores do mercado e investidores muito exigentes que sabem <em>a priori</em> o que querem, sendo no fundo o nosso papel desenvolver todo o processo para que lá consigam chegar.<br />
Já no setor do autoconsumo, onde incluo o autoconsumo coletivo e as comunidades de energia, estaremos fundamentalmente a falar de empresas, muitas do setor industrial e, dadas as características do tecido empresarial português, serão maioritariamente PME. Aqui, a principal preocupação é reduzir custos e, num momento em que a forma mais barata de produzir eletricidade é com recurso solar, o interesse torna-se evidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As empresas em Portugal estão mais conscientes e empenhadas em descarbonizar? Há incentivos para isso, em termos de fundos europeus, por exemplo? Ou a redução dos custos com a energia é uma das principais motivações das empresas quando vos procuram?</h2>
<p>O grande incentivo é, e a meu ver terá mesmo de ser, o resultado financeiro. Ou seja, quem não atuar de forma responsável sofrerá um impacto negativo nos seus resultados a prazo e isto conduzirá a uma consciencialização obrigatória. Não se trata de optar entre ser responsável ou ganhar dinheiro, mas antes, ter a consciência de que no futuro, para se obter retorno, terá de ser este o caminho.<br />
Respondendo diretamente à sua pergunta, a grande motivação é a redução de custos a curto prazo, mas já começa a ser relevante o número dos que, começando a pensar e planear a longo prazo, se apercebem dos enormes riscos associados à inação.<br />
Há efetivamente alguns incentivos de fundos europeus, mas que deveriam, a meu ver, ser canalizados sobretudo para as tecnologias menos maduras, para a atualização e reestruturação das infraestruturas, e para modernizar as nossas instituições de modo a tornar célere o processo de licenciamento, deixando que o mercado funcione nos restantes casos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qual tem sido a procura pelas certificações na área da sustentabilidade (BREEAM; LEED; WELL&#8230;). Porque são importantes para as empresas?</h2>
<p>No setor imobiliário os clientes são os promotores dos projetos que os pretendem atrativos para os investidores, os gestores de ativos que têm a obrigação de manter o valor desses ativos e a sua atratividade no mercado, e também os inquilinos. No entanto, este dever de reportar o grau de sustentabilidade da sua atividade não é exclusivo para as entidades financeiras de que falei há pouco. Também as empresas não financeiras têm obrigações de reporte que se tornou recentemente mais exigente, com a entrada em vigor a 5 de janeiro de 2023 da <a href="https://finance.ec.europa.eu/capital-markets-union-and-financial-markets/company-reporting-and-auditing/company-reporting/corporate-sustainability-reporting_en" target="_blank" rel="noopener"><em>Corporate Sustainability Reporting Directive</em></a> (CSRD), implicando que inquilinos sejam também mais exigentes com os espaços que ocupam.<br />
Na verdade, recorremos aos referenciais propostos no âmbito das Certificações <em>LEED, BREEAM </em>e<em> WELL</em> como ponto de partida, não apenas para a obtenção de um ‘selo’ cada vez mais exigido, mas para um alinhamento dos ativos com as atuais exigências ESG e a sua melhoria contínua. No âmbito deste apoio, poderão ainda ser utilizadas outras ferramentas de <em>benchmark</em>, por exemplo, como o <em>GRESB</em> ou ainda a contabilização da pegada de carbono do edificado, na fase de exploração ou até mesmo durante toda a fase de desenvolvimento e construção. Na verdade, esta mudança faz-se não porque está a ser exigida, mas porque quem não a fizer correrá riscos graves, nomeadamente de obsolescência, desvalorização e iliquidez dos seus ativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cresceram 30% em 2022. Quais são as perspetivas para 2023?</h2>
<p>Temos vindo sempre a crescer significativamente, e para 2023 temos como objetivo para a Átomo Capital Partners um crescimento superior a 50%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Átomo Capital Partners partilha este mercado com muitas empresas? Como caracteriza este setor de atividade neste momento em Portugal? Há muita concorrência, muitas empresas a oferecer o que a Átomo oferece?</h2>
<p>Sim, claro, no setor da energia e sustentabilidade há um número imenso de empresas, é um setor em grande desenvolvimento e é neste momento um negócio <em>sexy</em>. Há muita concorrência e há empresas nos vários segmentos em que atuamos que sabem fazer bem o seu trabalho. Mas, na verdade, não nos preocupa tanto a concorrência de qualidade, exigente e que sabe o que está a fazer. É bastante mais preocupante os que não sabem e acabam por descredibilizar o setor prejudicando o seu desenvolvimento. Por outro lado, parece-nos que não haverá muitos que ofereçam exatamente o que a Átomo Capital Partners disponibiliza aos seus clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qual considera ser a vantagem competitiva da Átomo Capital Partners?</h2>
<p>A Átomo Capital Partners está presente apenas no segmento B2B e, como disse há pouco, não é uma empresa de engenharia, embora incorpore esses serviços no desenvolvimento dos projetos, também não é uma construtora, embora construamos as nossas centrais de autoconsumo, nem é uma entidade financeira, embora seja o conceito de<em> sustainable finance</em> que nos move.<br />
Neste sentido, a Átomo Capital Partners é única porque desenvolve soluções, ultrapassa obstáculos e cria oportunidades que consegue concretizar e implementar de acordo com as necessidades específicas dos seus clientes, de forma customizada. Esta tem sido a chave do nosso sucesso – garantir um suporte total, global e integrado, do princípio ao fim de cada processo. É este apoio incondicional e abrangente, flexível e muito rápido, que tem fidelizado clientes e que constitui a nossa verdadeira vantagem competitiva. Estamos, é claro, conscientes do desafio que enfrentamos com o crescimento e a necessidade imperiosa de manutenção deste nível de serviço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Com quantos colaboradores nasceram, quantos têm atualmente, e com quantos estimam acabar o ano?</h2>
<p>Começámos a Átomo Capital Partners com duas pessoas e temos atualmente 15 colaboradores, devendo chegar ao final do ano com cerca de 20, sem contar com a equipa comercial que se irá expandir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Portugal está a evoluir bem e estão em marcha as políticas certas para a descarbonização? O que precisa ainda de ser feito?</h2>
<p>Portugal tem evoluído muito e no sentido certo. Mas ainda existe muito caminho a percorrer. Temos um recurso solar fantástico que a par de Espanha é o melhor da Europa, mas estamos ainda muito longe dos valores de potência instalada <em>per capita</em> de países como a Alemanha, Bélgica ou Países Baixos. Aliás, a Alemanha anunciou há dias um plano muito ambicioso para a tecnologia solar, definindo o objetivo de dispor de 215 GW de solar instalados em 2030. Isto significa uma triplicação do que tem vindo a ser implementado anualmente, e para que isto seja possível, o governo alemão aposta também no reforço do investimento nas Redes Elétricas de Transporte e de Distribuição, e no fabrico do equipamento pela indústria alemã.<br />
Portugal, a este propósito, tem alguns problemas sérios relacionados com a capacidade da rede elétrica, bem como com a lentidão dos processos de licenciamento. A EU tem vindo a pressionar muito para que os processos de licenciamento se tornem mais ágeis, o que tem tido consequência na legislação nacional, embora ainda sem consequências práticas. É um novo enquadramento legislativo que teremos de ver como vai resultar.<br />
Os objetivos são claros, as ferramentas de mercado ao nosso dispor começam a tornar-se também mais claras, mas os desafios são imensos e é isso que nos motiva. Percorrer e ajudar a fazer este caminho é no fundo a nossa missão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Entrevista completa de <strong>Miguel Subtil</strong> – Managing Director, que serviu de base ao artigo publicado no <a href="https://www.dinheirovivo.pt/empresas/autoconsumo-esta-em-franco-crescimento-e-e-grande-aposta-em-2023-16138277.html" target="_blank" rel="noopener">Dinheiro Vivo</a></em> no dia 8 <em>de abril 2023.</em></p>
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		<title>O impacto da sustentabilidade: como quantificar, reportar e incorporar o ESG nas operações imobiliárias?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ines]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 17:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[A implementação de métricas ESG tem-se tornado cada vez mais relevante no setor imobiliário, conforme aumenta a consciência do seu papel no desempenho e perfil de risco dos investimentos. Estas estratégias ESG podem incluir a implementação de sistemas de energia mais eficientes e políticas de procurement mais sustentáveis, bem como a redução das emissões de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1468" aria-describedby="caption-attachment-1468" style="width: 135px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-1468" src="https://atomocapitalpartners.com/wp-content/uploads/2023/02/Jose-Campos-e-Sousa-1-200x300.webp" alt="José Campos e Sousa" width="135" height="203" title="O impacto da sustentabilidade: como quantificar, reportar e incorporar o ESG nas operações imobiliárias? 3"><figcaption id="caption-attachment-1468" class="wp-caption-text">José Campos e Sousa,  Business Developer</figcaption></figure>
<p>A implementação de métricas ESG tem-se tornado cada vez mais relevante no setor imobiliário, conforme aumenta a consciência do seu papel no desempenho e perfil de risco dos investimentos. Estas estratégias ESG podem incluir a<strong> implementação de sistemas de energia mais eficientes</strong> e <strong>políticas de <em>procurement</em> mais sustentáveis</strong>, bem como a <strong>redução das emissões de carbono</strong> e, numa abordagem mais holística,<strong> planos de ação que permitam abordar questões sociais e de governança</strong>.</p>
<p>Além disso, <strong>as práticas de construção mais sustentáveis têm um papel de destaque nos esforços comuns de descarbonização da economia</strong>. O sector do imobiliário e construção emite cerca de um terço das emissões globais de gases de efeito de estufa, sendo por isso expectável que contribua com, pelo menos, um terço da solução.</p>
<p>Também em forte crescimento estão certificações como LEED e BREEAM. Activos certificados apresentam, à partida, sistemas mais eficientes que, <strong>ao reduzirem custos operacionais, são vistos como mais atrativos, levando a taxas de ocupação e preços de venda mais elevados</strong>.</p>
<p><strong>A sustentabilidade é um processo contínuo e há que promover uma abordagem sistemática para medir e relatar estes esforços</strong>, por exemplo, através do recurso a ferramentas como o GRESB (<em>Global Real Estate Sustainability Benchmark</em>), que avalia a <em>performance</em> das carteiras de ativos imobiliários permitindo aos investidores compreenderem melhor o seu desempenho para poderem compará-las.</p>
<p>Se antes restavam dúvidas, o caminho é agora bastante claro. <strong>A sustentabilidade já não é uma tendência, é uma necessidade</strong>. O futuro do Real Estate é verde.</p>
<p><em>Artigo de opinião de <strong>José Campos e Sousa</strong> &#8211; Business Developer, publicado na Edição 239 da revista</em> <a href="https://vidaimobiliaria.com/" target="_blank" rel="noopener">Vida Imobiliária</a><em> de janeiro / fevereiro 2023.</em></p>
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		<title>MIPIM 2023: a Átomo vai lá estar!</title>
		<link>https://atomocapitalpartners.com/mipim-2023-a-atomo-vai-la-estar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ines]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 11:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade no Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[De 14 a 17 de março estaremos em Cannes, no MIPIM 2023, a maior feira do mercado imobiliário internacional. Com mais de 20.000 participantes, de mais de 80 países, o MIPIM 2023 reúne os principais players do setor imobiliário e do investimento neste setor. Nesta feira, debate-se o estado do setor, apresentam-se oportunidades de investimento, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 14 a 17 de março estaremos em Cannes, no <a href="https://www.mipim.com/" target="_blank" rel="noopener">MIPIM 2023</a>, a maior feira do mercado imobiliário internacional.</p>
<p>Com mais de 20.000 participantes, de mais de 80 países, o<strong> MIPIM 2023 reúne os principais players do setor imobiliário e do investimento neste setor</strong>. Nesta feira, debate-se o estado do setor, apresentam-se oportunidades de investimento, e discute-se o futuro do investimento imobiliário.</p>
<p>Este ano, o evento terá um <strong>foco especial na descarbonização e na <a href="https://atomocapitalpartners.com/real-estate-sustainability/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade imobiliária</a></strong>, e a Átomo Capital Partners não podia deixar de estar presente, mais uma vez.</p>
<p>A nossa missão nesta participação no MIPIM 2023 é enfatizar a <strong>importância das certificações de sustentabilidade para qualquer estratégia de investimento ou gestão de ativos</strong>. Sim, é exigente, mas não é assim tão difícil se tiver a equipa da Átomo para acompanhar a sua empresa neste processo!</p>
<p>Se quer saber mais sobre:</p>
<ul>
<li>Definição de estratégias ESG</li>
<li>Certificações BREEAM, LEED e WELL</li>
<li>Eficiência energética</li>
<li>Certificações como estratégia de valorização de ativos</li>
<li>Finanças sustentáveis e imobiliário</li>
<li>Certificações para fundos de investimento e promotores</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contacte a nossa equipa e podemos agendar uma reunião para lhe apresentarmos <strong>a solução certa para a sua empresa e os seus ativos imobiliários</strong>.</p>
<p><strong>Miguel Subtil</strong> &#8211; Managing Director<br />
<a href="mailto:miguel.subtil@atomocapitalpartners.com" target="_blank" rel="noopener">miguel.subtil@atomocapitalpartners.com</a></p>
<p><strong>José Campos e Sousa</strong> &#8211; Business Developer<br />
<a href="mailto:jose.sousa@atomocapitalpartners.com">jose.sousa@atomocapitalpartners.com</a></p>
<p>Vemo-nos lá?</p>
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